Introdução:
O crack é uma pedra branca com menos de uma grama, feita com pasta de coca ou cocaína, bicarbonato de sódio, água, cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda caustica. Em cinco segundos causa euforia, agitação, prazer e irritabilidade. Esses sintomas podem durar entre 5 e 15 minutos. Pode causar danos mais sérios ao corpo, como: problemas neurológicos, queimaduras nos tecidos, doenças pulmonares e doenças digestivas. Segundo a graduada em Biologia, Mariana Araguaia da Equipe Brasil Escola, cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos, ou pela droga em si ou em consequência de seu uso (suicídio, envolvimento em brigas, "prestações de contas" com traficantes, comportamento de risco em busca da droga - como prostituição, etc.). O Rio Grande do Sul de acordo com o Censo Demográfico 2010 apresentou uma população de 10.695.532 de habitantes, e dados da Central Única das Favelas (CUFA), confirmados pela Secretaria Estadual da Saúde, indicam existência, no Rio Grande do Sul, de 55 mil usuários do crack, mais ou menos, 2% da população.
Esse projeto tem como objetivo, ajudar a escola na conscientização dos alunos com o uso do crack, ensinando, conversando e divulgando os riscos que a droga pode causar, para que possam entender que o crack não é diversão.
O crack é uma pedra branca com menos de uma grama, feita com pasta de coca ou cocaína, bicarbonato de sódio, água, cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda caustica. Em cinco segundos causa euforia, agitação, prazer e irritabilidade. Esses sintomas podem durar entre 5 e 15 minutos. Pode causar danos mais sérios ao corpo, como: problemas neurológicos, queimaduras nos tecidos, doenças pulmonares e doenças digestivas. Segundo a graduada em Biologia, Mariana Araguaia da Equipe Brasil Escola, cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos, ou pela droga em si ou em consequência de seu uso (suicídio, envolvimento em brigas, "prestações de contas" com traficantes, comportamento de risco em busca da droga - como prostituição, etc.). O Rio Grande do Sul de acordo com o Censo Demográfico 2010 apresentou uma população de 10.695.532 de habitantes, e dados da Central Única das Favelas (CUFA), confirmados pela Secretaria Estadual da Saúde, indicam existência, no Rio Grande do Sul, de 55 mil usuários do crack, mais ou menos, 2% da população.
Esse projeto tem como objetivo, ajudar a escola na conscientização dos alunos com o uso do crack, ensinando, conversando e divulgando os riscos que a droga pode causar, para que possam entender que o crack não é diversão.
Cronograma:
Março
- atualizar o projeto e o blog;
Abril - fazer as pesquisas com os alunos da escola Mathias Schütz e as
camisetas para o projeto;
Maio - fazer o levantamento de usuários de crack no Vale dos Sinos;
Junho - terminar o levantamento de usuários de crack no Vale dos Sinos;
Julho - visitar clínicas de reabilitação em Novo Hamburgo e em Ivoti;
Agosto - falar com alguns orgãos públicos da cidade de Ivoti;
Setembro - slides e artigo;
Maio - fazer o levantamento de usuários de crack no Vale dos Sinos;
Junho - terminar o levantamento de usuários de crack no Vale dos Sinos;
Julho - visitar clínicas de reabilitação em Novo Hamburgo e em Ivoti;
Agosto - falar com alguns orgãos públicos da cidade de Ivoti;
Setembro - slides e artigo;
Outubro
- banner;
Novembro - apresentar o projeto.
Material:
- Folhas;
- revistas;
- jornais;
- canetas;
- lápis;
- internet;
- celular;
- gasolina;
- borracha;
- corretivo;
- pasta;
- computador;
- camisetas;
- câmera digital;
- vales-transporte.
Orçamento:
Material:
|
Valor:
|
Impressão
|
R$ 0,20 (cada folha)
|
Pasta
|
R$ 4,00
|
Vale-transporte
|
R$ 3,00
|
Revistas
|
R$ 5,00
|
Jornais
|
R$ 2,00
|
Telefone
|
R$ (varia)
|
Internet
|
R$ (varia)
|
Camisetas
|
R$ 30,00
|
Banner
|
R$ 50,00
|
Gasolina
|
R$ 3,00 (litro
|
Métodos:
Com
as pesquisas que serão feitas em revistas, jornais, livros e na internet sobre
o que é crack, qual a sua composição o que ele causa na vida de um usuário e
com os levantamentos do número de usuários na região do Vale dos Sinos e da
Escola Mathias Schütz, tentará-se descobrir, aproximadamente, a taxa de
dependente químicos desta região. Será averiguado também, se há existência de
clínicas de reabilitação clandestinas na cidade de Ivoti. Também , para se ter
mais conhecimento, será visitado um ambulatório na cidade de Novo Hamburgo,
onde os internados serão observados. Tentará-se conseguir relatos de famílias
de usuários de crack e tentará-se também, com ajuda de orgãos públicos da
cidade de Ivoti, conseguir uma clínica para dependentes químicos para a cidade.
E
por fim, serão confeccionado um banner e camisetas para o grupo apresentar seu
projeto.
Objetivo:
Esse
projeto tem como objetivo:
- descobrir o número de usuários de
crack na cidade de Ivoti;
- descobrir o número de usuários de
crack no colégio Estadual Mathias Schutz;
- reconhecer clínicas clandestinas na
cidade de Ivoti;
- visitar o ambulátorio da cidade de
Novo Hamburgo;
- fazer levantamento do número de
usuários de crack na região do Vale dos Sinos;
- conseguir relatos de famílias de
usuários de crack;
- confeccionar camisetas para o grupo;
- conseguir com ajuda de orgãos
públicos, uma clínica para dependentes químicos, para a cidade de Ivoti;
- conscientizar as pessoas que o crack
destrói vidas.
Resumo:
O
crack é uma pedra branca fácil de ser encontrada. É uma droga barata que causa
muitos problemas para o usuário, tais como: neurológicos, queimaduras nos
tecidos, doenças pulmonares e doenças digestivas. O crack é tão forte, que pode
viciar na primeira vez de uso. Para tanto, esse projeto tem como objetivo
convencer as pessoas da comunidade da cidade de Ivoti, mais especificamente os
alunos da Escola Estadual de Ensino Básico Prof. Mathias Schutz, a não
experimentarem essa droga, orientando-os dos malefícios causados pela droga,
com depoimentos de usuários e relatórios de policiais especializados na área do
crack e também, conseguir uma clínica para dependentes químicos, para a cidade
de Ivoti.
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